A fisioterapeuta Larissa Araújo, de 25 anos, que foi encontrada morta, enrolada em um lençol, com os braços e os pés amarrados, após ter sido arremessada do porta-malas de um carro que capotou, na cidade de Rio Verde, em Goiás, na última segunda-feira (2), compartilhava, nas redes sociais, a paixão pela sua profissão.
A jovem foi homenageada por amigos, que a classificaram como uma pessoa "iluminada", "incrível" e que "ajudava a todos".
O motorista do carro confessou que enforcou a vítima usando um lençol e ainda a estuprou. Após o assassinato, o objetivo do suspeito era esconder o corpo, então ele amarrou Larissa e colocou o corpo dentro do carro dela.
A tentativa de ocultar o cadáver foi interrompida após o acidente do carro. No veículo foram encontrados um botijão de gás e uma televisão. Larrisa trabalhava no Hospital Municipal de Rio Verde, que lamentou a perda da profissional.
A jovem fazia alguns vídeos para as redes sociais e compartilhava a rotina como fisioterapeuta respiratória.
Além disso, Larissa tinha uma rotina ativa, costumava sair, viajar e compartilhava fotos ao lado de amigos e da família, que está inconsolável.
"Queria muito que tudo isso fosse apenas um sonho, poder ouvir sua voz novamente e ver notificações suas chegando dizendo que está tudo bem", lamentou Larielly Ramos.
A mulher conta que a amiga era admirável e que a risada dela "ganhava corações". "Sempre guardarei uma parte de você em meu coração, você sempre terá um espaço nele que ninguém nunca ocupará", escreveu a jovem.
Matheus Ribeiro, que também era amigo de Larissa, agradeceu a Deus por ter tido a oportunidade de fazer parte da vida dela. Em um vídeo que compartilhou em que mostrava os momentos que teve com a amiga, o jovem agradeceu a ela por tê-lo aturado e ajudado por tanto tempo.
A princípio, o suspeito do crime relatou à polícia que teria sido contratado pelo ex-namorado da jovem apenas para ocultar o cadáver, sem ter tido envolvimento na morte de Larissa. Com as investigações, essa hipótese foi descartada, e o indivíduo foi apontado como o único suspeito do crime.
O delegado responsável pelo caso confirmou que o homem já havia sido detido seis vezes, em menos de um mês, por crimes de furto e roubo. O caso continua a ser investigado pela Polícia Civil.
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