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10/02/2024 às 22h41min - Atualizada em 10/02/2024 às 22h41min

Moradora de Cerejeiras acusada de matar o marido envenenado permanece presa aguardando julgamento

Gazeta Rondônia
Redação

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José Pereira da Silva (vítima de envenenamento) e sua esposa Zenir Barros, principal suspeita do homicídio - Foto: Facebook.
Presa deste o dia 27 de novembro de 2023, durante a operação “Viúva Negra” da Polícia Civil do município de Cerejeiras, Zenir Barros, 52 anos, é acusada de ter envenenado seu marido José Pereira da Silva, 71 anos, que morreu no dia 30 setembro de 2023, no hospital municipal São Lucas, minutos após da entrada na unidade hospitalar. Animais de estimação da família também morreram envenenados segundo peritos que analisaram o caso.

Em razão da ala feminina do presidio de Cerejeiras estar desativada, a acusada permanece presa há 76 dias em penitenciária do município de Colorado do Oeste (RO).
 
INÍCIO DO RELACIONAMENTO

Segundo testemunhas, José e Zenir se conheceram por meio de uma irmã da acusada que morava em Cerejeiras e atualmente reside na cidade Pimenteiras do Oeste e que teria apresentado ela a vítima que estava viúvo após perder a companheira de muitos anos de matrimônio e não possuía filhos. Zeni que também era viúva, mãe de uma adolescente, morava na cidade Santo Antônio do Oeste, no estado do Paraná e ficaram namorando virtualmente pelo período de um ano aproximadamente.
 
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Após longo contato apenas pela internet, eles decidiram se conhecer pessoalmente, Zenir e a filha vieram para o município de Cerejeiras onde fixaram residência e posteriormente aconteceu o casamento.

Amigos próximos revelaram que José Pereira era dono de propriedades rurais, gados e imóveis de aluguéis e após o casamento montou uma loja de confecções para a nova esposa em uma das principais avenidas da cidade.

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INVESTIGAÇÃO

Segundo o delegado titular da delegacia de polícia civil de Cerejeiras, Mayckon Douglas Pereira, que conduziu as investigações, o que foi apurado após conclusão das perícias nos animais e exame tanatoscópico que foi coletado pelo IML, entre outros elementos, o conteúdo estomacal da vítima, que submetido a exame toxicológico foi constatado a presença da substância tóxica “terbufós”- inseticida e nematicida do tipo organofosforado, de uso agrícola, conhecido pelo nome popular “chumbinho”, tendo ocasionado a morte da vítima por envenenamento.
 
DEFESA ALEGA INOCÊNCIA
 
Ouvido pela equipe de reportagem do portal eletrônico Gazeta Rondônia, o advogado criminalista Elton David não quis se manifestar, mas, afirmou que no momento oportuno irá provar a inocência de sua cliente, suspeita do homicídio.

O defensor informou que o Ministério Público apresentou denúncia contra Zenir Barros e que ainda falta a manifestação do juiz. Um Habeas Corpus foi apresentado ao Tribunal de Justiça de Rondônia solicitando a soltura da acusada para responder o processo em liberdade, fato negado pelo judiciário rondoniense. Ainda não há data prevista para o provável julgamento da acusada.

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Fonte: Gazeta Rondônia.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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