11/04/2024 06h41 - Atualizado em 11/04/2024 às 06h41
O jovem Kesley Sá Pacheco, morador do município de Corumbiara (RO) que na época tinha 22 anos e desapareceu ao sair de casa para ir a faculdade em Vilhena, no dia 23 de fevereiro de 2016, onde cursava o 7º período de direito.
Depois de ficar 8 anos sem contato com a família, Kesley surpreendeu a todos ao chegar na casa dos pais na manhã desta quarta-feira (10).
Segundo o pai, Varderli Pacheco Cassemiro, Kesley manteve contato com uma tia, posteriormente com a irmã e tomou a decisão de voltar para casa. Não há informações referente as motivações do desaparecimento.
“Estamos muito felizes com decisão do meu filho, ainda não tivemos respostas de muitas indagações, mas, o mais importante é a volta dele e saber que está bem, abraçamos, acolhemos e deixamos claro que estamos de braços abertos e aqui é a casa dele, Graças a Deus tudo deu certo e é isso que importa neste momento”. Destacou o pai.
VEJA O VÍDEO:
RELEMBRE O CASO
Familiares do estudante de direito Kesley Sá Pacheco, de 22 anos, que desapareceu ao sair de casa para ir a faculdade em Vilhena (RO), confirmaram neste sábado (12) que o jovem foi visto desembarcando sozinho no terminal rodoviário de Cuiabá (MT), no dia 23 de fevereiro. As imagens do desembarque foram registradas pelo circuito de câmeras do local. A procura de informações que levem ao paradeiro do filho, os pais do estudante fazem buscas por conta própria na capital do Mato Grosso.
Segundo a irmã do rapaz, Kleycilla Sá Pacheco, o universitário saiu de casa por volta das 20h30 do dia 22 de fevereiro, dizendo que iria a faculdade realizar a matrícula do curso e que depois passaria na casa de um cliente, onde venderia alguns cosméticos. Desde então o rapaz não voltou para casa. Preocupada, Kleycilla entrou em contato com a família, que mora em Corumbiara (RO), e procurou as autoridades policiais.
As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram que o jovem não tem passagem pela polícia e que embarcou naquela noite em um ônibus com destino a Cuiabá, cidade onde mora a bisavó.
Kresley, que está no 7° termo de direito, não efetuou o pagamento da mensalidade do curso nos últimos meses. A família disse estranhar a atitude, pois depositava o dinheiro todo mês na conta do rapaz.
"Fora a bisavó, não havia razões para que meu filho fosse a Cuiabá, ainda mais escondido. Ele não tinha problemas de saúde ou algum relacionamento amoroso, não era de ficar saindo, mas gostava muito de ficar no computador", disse a mãe de Kresley, Zenalda Sá Pacheco.