Em Rondônia, morador de condomínio de alto padrão e dentista são identificados furtando energia

Ocorrência resultou em prisão em flagrante e, na outra, o responsável da clínica odontológica deixou o local antes da chegada da Polícia Militar

Por
2 Min

Duas ocorrências de furto de energia foram identificadas em um intervalo de apenas 24 horas em Porto Velho. As irregularidades foram constatadas em locais distintos: um condomínio de alto padrão, na zona Sul, onde houve prisão em flagrante, e uma clínica odontológica localizada na região central.

Nos dois casos, a constatação técnica da fraude foi realizada pela Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec). Após a confirmação da irregularidade, a Polícia Militar foi acionada.

Na ocorrência registrada no condomínio em Porto Velho (RO), o morador foi conduzido à Central de Flagrantes para prestar esclarecimentos. Já na clínica odontológica, o proprietário deixou o local antes da chegada da equipe policial e não foi localizado naquele momento.

O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a oito anos de reclusão, além da aplicação de multa. Além das consequências legais, a prática representa riscos de choques elétricos, incêndios, sobrecarga da rede e prejuízos à qualidade do fornecimento de energia para toda a população.

"O furto de energia não é uma simples irregularidade, é crime. Além de colocar vidas em risco, prejudica a qualidade do fornecimento para os demais clientes e impacta toda a sociedade. As ações de fiscalização continuarão sendo intensificadas em todo o estado, sempre em parceria com as forças de segurança e com o apoio da perícia técnica.", destaca o gerente do Departamento de Perdas da Energisa Rondônia, Daniel Andrade,

A Energisa reforça que a população também pode contribuir no combate a esse tipo de crime. Denúncias de furto de energia podem ser feitas à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou diretamente à Energisa, por meio do 0800 647 0120. As informações são tratadas com total sigilo.

Fonte: Ascom Energisa.