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17/02/2023 às 09h22min - Atualizada em 17/02/2023 às 09h22min

Em Rondônia, preço médio da gasolina subiu para R$ 5,23 nos postos, segundo a ANP

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O valor médio do litro da gasolina subiu para R$ 5,23 nos postos de Rondônia nos dez primeiros dias de fevereiro, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Na última semana de janeiro, o litro da gasolina custava cerca de R$ 5,10. Esse valor atual nos postos (R$ de 5,23) corresponde a um aumento de 1,16% para um período de 11 dias.

O valor médio é calculado com base no preço cobrado dos consumidores tanto na capital Porto Velho quanto nos municípios do interior de Rondônia.

O etanol também registrou aumento de preço nos dez primeiros dias do mês, saindo de R$ 4,48 para R$ 4,53.

Já o diesel teve um aumento média de 4 centavos por litro. Na última semana de janeiro o combustível custava R$ 7,05, e agora é vendido por R$ 7,04.

Aumento nas refinarias

No dia 24 de janeiro, a Petrobras anunciou um aumento em 7% no preço da gasolina para as distribuidoras. Esse reajuste já foi sentido pelo consumidor rondoniense.

Segundo medida provisória assinada pelo presidente Lula (PT) no início de janeiro, segue até 28 de fevereiro a prorrogação da desoneração dos impostos federais sobre os combustíveis.

Com isso, seguem reduzidas a zero as alíquotas dos impostos federais PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre gasolina, álcool, querosene de aviação e gás natural veicular.

O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia zerado os impostos federais sobre os combustíveis, mas somente até 31 de dezembro de 2022

Política de preços

Vale lembrar que o valor final dos preços dos combustíveis nas bombas depende não só dos valores cobrados nas refinarias, mas também de impostos e das margens de lucro de distribuidores e revendedores. Os postos têm liberdade para estabelecer os preços cobrados; assim, a queda do preço cobrado pela Petrobras pode demorar – ou nem chegar – às bombas.

A Petrobras tem como política de preços a Paridade de Preço Internacional (PPI). O modelo determina que a estatal cobre, ao vender combustíveis para as distribuidoras brasileiras, preços compatíveis com os que são praticados no exterior.

Fonte: G1.

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