A professora Juliana Santiago, de 41 anos, foi brutalmente assassinada a facadas dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular em Porto Velho. A principal linha de investigação aponta que João Cândido, aluno de 24 anos, que cursava o 5º período de direito, matou a professora após ter sido rejeitado por ela.
Aparício Carvalho, diretor presidente da instituição de ensino, informou que o aluno foi expulso da faculdade após o crime.
"Nós não podemos de forma nenhuma permitir que pessoas desse nível possa estar no meio de nós. E logicamente, depois de um assassinato brutal que aconteceu em nossas dependências, nós temos realmente de tomar as providências cabíveis e excluir elementos dessa natureza do seio da universidade", disse Carvalho.
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O Centro Universitário Aparício Carvalho (FIMCA) retomou as aulas na manhã desta terça-feira (10), três dias após o assassinato da professora. Em homenagem à docente, a instituição e os alunos realizaram uma caminhada com velas e cartazes dentro da faculdade. Em seguida, um representante leu um trecho da Bíblia e balões brancos foram soltos.
"O maior ensinamento que ela deixou para a gente foi nunca desistir do nosso sonho. Eu acho que a melhor forma de a gente lembrar dela é seguir o nosso sonho, é seguir o legado do nosso grupo", disse a estudante Ronéria Sabará.
Fonte: G1.
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